Para poder contribuir de forma eficaz com a formação integral, o professor deve ter essa habilidade: saber colocar-se no lugar do outro. Assim, terá a sensibilidade de identificar as dificuldades e anseios de seus alunos.
E tratando-se de "alunos especiais", é importante que o professor tenha o desejo e oportunidade de conhecer, intimamente, as dificuldades, necessidades e também facilidades, de acordo com o diagnóstico que revele determinada limitação cognitiva. Nesse processo, o diálogo com a família e, de preferência, com o próprio aluno, se torna imprescindível. Esse é um grande passo para a inclusão.
Abaixo, segue o link de um incrível relato seguido de entrevista que tende a mostrar a realidade de uma jovem autista.
Para ler o relato e entrevista,

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